riomar melo prosa e verso
Depois da primeira mentira todas as verdades viram dúvidas.
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Meninos,eu vi...


Coisas estranhas em que meto o malho,
dor na cabeça do alho, coitado,
vi um dente de alho obturado,
e um utensílio que é de socar alho!

Nesta sequência deixa que me afoite,
fui constatando,sem perder a fé,
de um pé de vento senti o chulé,
e o mau hálito da boca da noite!

Pimenta no dos outros é refresco,
a mata é virgem pois o vento é fresco,
perdoem a rima de um poeta louco,

sempre esquecido é quem açoitou,
jamais esquece foi quem apanhou,
todo castigo para o corno é pouco!
RIOMAR MELO
Enviado por RIOMAR MELO em 05/11/2019
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